domingo, 12 de setembro de 2010

REVERSÃO DA TEMPERATURA EM BOA VIAGEM



A temperatura da Praia de Boa Viagem sofreu uma grande mudança com o Desfile, chamado Parada Gay, que envolve também, as Lésbicas de todos os quadrantes. Aproximadamente dez carros de som fazendo a maior barulheira, relembrado os festivais de vamos abraçar o sol. A moçada em cima dos carros, dançando e mostrando seus belos corpos, sem que ninguém distinga o sexo, se homem ou mulher. O clima realmente muda e a frescura tem vez. Tudo é alegria, ao ritmo do frevo, maracatu, samba, Aché, baião e tome bebida e amostração. Tudo bem, é um direito que eles têm – quem tem o seu dá a quem quer, como quiser e qué, qué...

E nesse lambe, lambe, o trânsito fica interrompido durante umas cinco horas, os ouvidos das pessoas estourando com o som descontrolado mas, está valendo a expressão, a praça é do povo e eu aumento, e ai de quem quiser protestar ou mudar esse burucuçu formidável. Aqui, vale tudo; mulher vestida de homem, vice-versa. Bonecas deslumbrantes com fantasias excitantes e biquines de cristal transparente É mesmo uma parada pra ninguém botar defeito. Agora, um amigo me perguntou: de onde vem tantos veados e veadas? Respondi, dê um pulinho no meio deles e pergunte quantos frescos e frescas o Recife tem, incluindo você!!!

Um fato novo deve se destacar neste evento; é a mistura das propagandas políticas, com retratos e bandeiras dos candidatos para as próximas eleições, fazendo crer que neste rolo, existem muitos candidatos que andam de mãos nos quartos que só dão, se receberem o votinho e depois esquecem dos “delicadinhos”. Que gente desunida..

.Já existe até uma nova disposição do eleitor decepcionado que anda dizendo: agora vou votar em lésbicas porque elas não incomodam os homens...

ccabral-set.2010

sábado, 11 de setembro de 2010

VOLTAR ÀS ORÍGENS - EIS A QUESTÃO!!!



Considerando que, ter vindo para o Recife, há 52 anos, para cumprir uma missão e não sabendo se esta tarefa já terminou, tenho questionado com amigos a respeito dessa decisão de voltar para a minha terrinha – Campina Grande, no Estado da Paraíba, para uma prestação de contas do relatório do que fiz na nossa querida cidade do Recife, onde estou vivendo, naturalmente os meus últimos degraus da minha feliz estada nesta bela metrópole, onde fiz milhares de amigos.

Ao escrever as minhas Memórias – Balanço de Uma Vida, lançado em 2007, eu já falava da possibilidade de voltar para Campina Grande, mas agora ,exercitando a maneira de como deixar o nosso Recife, analisando a minha idade – 78 aninhos, procurei falar com os meus antigos amigos de Campina e, me surpreendi, pois dos colegas da época, restam poucos, destacando-se o mestre José Tavares, Atauaupa Sobreira, Virgilio Brasileiro, Júlio dos Pneus, Oscar Adelino, Ivon Gomes, Costa, Benedito Costa, Mazinho e outros que não lembro mais os nomes. Fora estes amigos, tenho ainda, os meus sobrinhos, Paulo Roberto, Persio Renato, Norma, Neuma, Petrônio, bem como, a prima Toinha e a nova geração.

Depois de toda a minha luta no Recife, me formando em Economia, ajudei aos meus irmãos, trabalhando no comércio de autopeças, contabilidade, participando de várias entidades da cidade, pertencendo a Associação Comercial do Estado de Pernambuco, Junta Comercial do Estado de Pernambuco, CTTU-Trânsito Municipal, Associação Brasil-Holanda e Associação Brasil Estados Unidos. Ao longo desta trajetória, fiz várias viagens ao exterior, quando permaneci mais tempo nos Estados Unidos, pertencendo à Turma de Economia Presidente Kennedy, da Universidade Federal de Pernambuco – UFPE, sou rotariano há 42 anos-ROTARY CLUB DO RECIFE FREI CANECA. Em 1967 casei e não tendo filhos, escrevi dois livros – BALANÇO DE UMA VIDA e HISTÓRIAS DE UM FURDUNCEIRO. Estou preparando o terceiro livro, com outras crônicas. Já sei, vou desdizer o que disse...
Ccabral-set.2010

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

COMENTÁRIO SOBRE BALANÇO DE UMA VIDA



BALANÇO DE UMA VIDA, não é um livro de anotações, um diário de bordo, um plano de vôo, parecendo mais uma declaração da brevidade do tempo, encobrindo 79 anos de um timoneiro, que se abriga na escotilha das palavras unidas em sentenças provocadoras da construção perifrásica para codificação do almanaque de uma vida.
Não há livro escrito por CLÓVIS CABRAL,mas a soma de depoimentos anotados pelo imaginário de um caixeiro de loja,promovido a Contador de Empresa que se transformou em contador de histórias.
Se fosse originário do Oriente Médio seria o novo Califa de Bagdá e certamente com as histórias contadas haveria de descobrir uma princesa que viesse adorar um príncipe encantado com uma lagarta transformada em borboleta.
Voar é o seu destino. Pisar em solo firme é sua vocação. Ganhar dinheiro é o seu desencanto. Vender livros é a pura realidade do seu destino.
Que o diga a HISTÓRIAS DE UM FURDUNCEIRO, que antes de sair do prelo vendeu vários exemplares.
No pregão da Bolsa vai ser melhor comprar livro de CLÓVIS do que investir em ações.

EDITORES DO GIBI AQUÁTICO






quinta-feira, 9 de setembro de 2010

NASCE, CRESCE E DESAPARECE



Então, nascemos, crescemos e desaparecemos, deixando lembranças aos que ficam, esperando a vez? Aí está o retrato preto da vida, que é a eterna ilusão. Faleceu, ontem, o nosso querido Coronel do Exercito Brasileiro, Cezar Marinho. O companheiro era um pessoa distinta, preparada culturalmente, com vários cursos universitários, sincero, alegre e profundo conhecedor de nossa história. Conheci o Cezar, dentro do mar, tomando o seu banho matinal junto com a turma de idosos da praia de Boa Viagem, onde, com a sua simpatia, dominava todo ambiente, contando as suas histórias – sempre em voz alta, pois não tinha papa na língua...
Parece, que a praia de Boa Viagem é o ponto de encontro das grandes personalidades, especialmente, daqueles que nasceram na Paraíba. Vejam, que trajetória: nasceu em Lagoa Nova, perto de Campina Grande, onde estudou no colégio Pio XI, cujo estabelecimento era dirigido pelo Padre Emídio, de quem o nosso colega contava algumas histórias cabeludas, deixando a turma morrendo de ri...
Seguindo o seu roteiro, ele foi pra João Pessoa, Rio de Janeiro e voltou para o Recife, já na reforma do Exercito. O companheiro era uma pessoa sem besteira, brincava com todas as pessoas e, comigo ele sempre dizia:” nessa paróquia só existem dois coronéis, um sou eu e o outro é o Coronel de Fandango Clovis Cabral, pra quem eu bato a minha continência, porque ele é da Guarda Nacional da Paraíba.”
O nobre Coronel criou uma plataforma de encontro na areia da praia, colocando uma cadeira com as cores do Santa Cruz, como indicação das roupas milionárias dos banhistas, especialmente, às de Clovis Cabral, dono da Botija de Londres, da qual ele se achava participante daquela fortuna Cabralística, valendo a nossa coestaduanidade.
Portanto, faço a minha continência à essa grande personalidade, que cumpriu o seu dever, defendendo a sua Pátria. Adeus, Coronel Cezar.
Clovis Cabral – set.2010

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

HISTÓRIAS DE UM FURDUNCEIRO



Desconfio, que a figura chamada de Furdunceiro, é um amigo que procede de uma cidadezinha da Paraíba, de nome Pirpirituba, lá por perto de Mamanguape. Disseram-me, que o bicho Antonio Fernandes de Oliveira, veio numa carroceria de caminhão de feira, amarrado pelas pernas feito animal brabo do sertão. Falam, que o esforço para transportar o cara para Pernambuco, sem guia passada em Cartório, foi outro drama, eis que o coletor queria colocar o carimbo no rabo do bicho e ele reagiu, espinafrando o zeloso serventuário, apelidando-o de Furdunceiro Nojento, não admitindo ser amarrado pelos cambitos, feito porco novo. Mas, o nosso querido Tonho cresceu, foi logo se registrando como Pernambucano, morando no bairro de São José e ficou escondido pra não dar pinta de matuto. Quando descobriram a ficha do artista, ele prontamente se transferiu para Olinda e meteu-se a ser Professor. Paciência, quem tem um currículo desse só pode ser Catedrático até na China.

E o distinto, continua a sua missão de Mestre, agora partindo para Carpina, pra fundar uma Faculdade e ensinar as suas técnicas das mais avançadas ao povo daquela bela cidade, lhe orientando a dar nó em pingo d’agua e decorar o Dicionário de Caldas Aulete, de A a Z, pra encontrar a palavra – FURDUNCEIRO.

Na certa, o Professor Antonio Fernandes de Oliveira, vai criar uma cadeira especializada em Furdunço, para provar que o Furdunceiro é Clovis Cabral, de Campina Grande, que saiu de sua cidade, na carreira, vindo também, a seu exemplo, se esconder na Rua da Palma número 5, no mesmo bairro de São José.

Diante da defesa de tese do Professor Antonio, estou me convencendo furdunceiramente, que sou eu, o FURDUNCEIRO dessa paróquia. Reconheço, que se esta questão fosse com o meu velho pai, ele iria dizer: Tonho, vai te agarrar com Zefa do Peitão, em Campina Grande, onde o Diabo Perdeu as esporas, filho da peste...
Ccabral-set.2010

LUDILMA - QUE DUPLA!!!



Não se precipite, nem vá se sentando logo à mesa, não. A comida é outra, pois alimenta de maneira diferente o corpo todo – é a leitura de histórias de nossa vida, que vamos nos lembrando e guardando num caderninho, já que o nosso lembratório não aguenta mais.
Há duas semanas atrás, fazia uma croniquêta a respeito de Erickson e Garibaldi, chamando-os de dupla infernal e, agora me preparando para fazer um texto sobre outro assunto, coloquei o curioso nome de LUDILMA – DUPLA INFERNAL.
Agora, me penitencio, informando aos meus amigos Erickson e Garibaldi, que chamei-os de Dupla Infernal, quando quis dizer DUPLA COLOSSAL, pois , na verdade, a dupla Infernal, é a DUPLA PRESIDENCIAL – Lula e Dilma. É, meus amigos, estamos voltando ao tempo das duplas famosas, Alvarenga e Rachinho, Chitãozinho e Xororó, Milionário e José Rico.
O festival das eleições vem por aí, com os seus porta-bandeiras se requebrando, faltando apenas os caicarás do congresso que desfilarão fantasiados de mensalões e cuecas monetárias, mostrando a segurança de seus mandatos.
Está vendo aí pessoal: Isto é apenas uma degustação do sistema político de República Sindical que, com a sua boca grande engoliu os seus antecessores da democracia cansada e descuidada. Senhores que estão deitados em braços esplêndidos, levantem-se e façam, também, alianças com o Satanás, formando duplas com o Diabo, deflagrando uma guerra santo- eletrônica com a ajuda de SÃO SUNGUE, assombrando o país inteiro, usando a arma principal – O RABO DO CÃO, exorcizando os PETEISTAS JURAMENTADOS.
Ccabral – set.2010

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

PARTINDO PARTIDO, ACORDANDO GIGANTE


Josué de Oliveira, sabe muito bem, que não sou Partidófilo, não. Apenas, dou umas pernadinhas nesses famigerados donos de Partidos Políticos, que manobram todo o país, sem contratos de risco mas, riscando das agremiações pessoas sérias e preparadas, dando lugar aos atuais falastrões que, se agarraram ao poder, transformando-o em bem de família – que família, né , mestre?

Como o companheiro Josué, é mestre de salão de festival de políticos, já saiu cutucando os nojentos do PT e, com medo de não ser preso sozinho, se associa ao pobre Furdunceiro Clovis, concordando com o nome do novo sodalício – PARTIDO ÚNICO DOS TRABALHADORES ORGANIZADOS – PUTO, que para confundir, a sua sede será em São Paulo, onde, naturalmente, a população tem um grande número de PUTISTAS esperando a oportunidade de se afirmarem politicamente no contexto nacional, preparando a sua plataforma para o lançamento de um nome de relevância no país.

Pelo falatório dos antigos comunistas, hoje petistas, evite de escrever os nomes das feras, pois de acordo com o andar da carruagem, nós caminhamos ou já estamos numa ditadura sindicalista. Eu poderia até mudar os nomes desses dançarinos do poder, para despistar a nossa identificação, mesmo não sendo de nenhum partido. Confesso, tenho muito medo de apanhar, depois dos meus 78 anos. Quem gosta de apanhar e ser preso para receber indenização, é comunista/vigarista. Êpa, já estou falando muito. Deixa isso para Josué, que tem uma musculatura barrigal própria para levar pancada no seu airbag.

Aí está; se as minhas croniquêtas não tiveram valor, mas serviram para acordar o Gigante adormecido - o jornalista Josué, que sempre andou de braços dados com os políticos, enganando-os o tempo todo e recebendo a mesma moeda – NIHIL. Mais uma vez, está valendo o conceito da contabilidade – todo débito é igual ao crédito. Assim, meu amigo, fique com todos os políticos, amarrando-os no seu pescoço, que não quero troco. Have a good time.
Ccabral – set.2010